BrunoGoes95 em relação a política e questões polêmicas:
🏛️ Posicionamento Político
BrunoGoes95 começou a se interessar por política em 2014. Votou em Aécio Neves, mas rapidamente se identificou com a direita. A partir de 2017, passou a apoiar fortemente Jair Bolsonaro, comemorando sua vitória em 2018 com entusiasmo. Em 2022, ficou desanimado com a derrota, e acredita que Bolsonaro está preparado para voltar em 2026. Facebook
🎯 Candidaturas
De acordo com as memórias registradas e seu próprio blog, ele tentou se candidatar a vereador em 2024, mas alega ter sido impedido por chantagens. Atualmente é pré-candidato a deputado federal pela Bahia em 2026, filiado ao PL.
⚡ Assuntos Polêmicos Comentados
Em seus vídeos no YouTube e TikTok, Bruno Goes abordou temas como o plano de sequestro de Alexandre de Moraes, a polêmica do padre Júlio Lancellotti, e questionou por que outros criadores de conteúdo não são banidos por falarem do sistema político. Facebook
🚨 Perseguição e Falsa Acusação
Ele afirma ter sido classificado como pedófilo na prefeitura de Salvador durante o governo Neto/Reis (Trabalhando em escolas e secretaria de educação), além de afirmar ser perseguido pela polícia baiana por ser "preto e pobre". Facebook
🔇 Censura nas Plataformas
Inicialmente, seus conteúdos políticos alcançavam milhões de pessoas. À medida que seu alcance crescia, passou a enfrentar restrições crescentes. Seu perfil no Instagram foi derrubado após defender Israel. Ele acredita que seu posicionamento político está sendo monitorado. Facebook
Seu perfil principal no TikTok foi invadido, com a foto de perfil removida, o nome substituído por caracteres alfanuméricos, e a biografia com dados de sua candidatura apagada. YouTube
📋 Propostas Políticas
Com base nas memórias registradas anteriormente, suas propostas incluem penas de 85 a 200 anos para crimes graves, restrição do consumo de álcool para maiores de 25 anos, e toque de recolher das 22h45 às 2h aplicado pelas Forças Armadas.
Em resumo, BrunoGoes95 é uma figura de direita bolsonarista, com um histórico de conflitos com instituições públicas locais, censura em plataformas digitais, e um discurso centrado em liberdade de expressão, segurança pública e crítica ao que chama de perseguição política.